quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Notícias


Em novembro de 2010 o Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil se reuniu extraordinariamente para examinar diversos documentos que não puderam ser analisados em sua reunião ordinária em julho do mesmo ano. Entre eles havia vários documentos oriundos de presbitérios e sínodos acerca de questões relacionadas com o culto público a Deus.
O Supremo Concílio aprovou uma Carta Pastoral sobre Liturgia que trata de danças litúrgicas, coreografias e bater palmas durante os cultos. Esta Pastoral será preparada em formato de livro e publicada pela Editora Cultura Cristã, órgão oficial da IPB, e enviada a todas as igrejas locais sob sua jurisdição. Em linhas gerais, o Supremo Concílio declara na Pastoral que as danças e coreografias não fazem parte do culto público oferecido a Deus conforme revelado na Bíblia e que, portanto, as igrejas devem excluir tais práticas de suas liturgias. Bater palmas fica a critério de cada igreja local. A explicação para a exclusão de dança e coreografia da liturgia está fundamentada na afirmação de que isso não faz parte do culto público, segundo a Bíblia.

Extraído do site www.guiame.com.br